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Festival de cinema e TV brasileiro comemora 10 anos com edição especial em Toronto

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Serão exibidos no Carlton Cinema de Toronto 16 filmes entre dramas, documentários, comédias e animações em sete sessões gratuitas ao longo dos quatro dias do festival

O BRAFFTV – Brazilian Film and Television Festival of Toronto chega à sua 10ª edição trazendo ao Canadá,  entre 13 e 16 de outubro, algumas das melhores produções recentes do cinema brasileiro.

Serão exibidos no Carlton Cinema de Toronto 16 filmes entre dramas, documentários, comédias e animações em sete sessões gratuitas ao longo dos quatro dias do festival. São seis longa-metragens, um média e nove curtas.

Os filmes deste ano têm temática bastante variada abordando desde contextos histórico-político-sociais a relações familiares, amor e sexualidade na terceira idade, música, poesia e até canibalismo. Alguns dos destaques são “Chatô: O Rei do Brasil”, de Guilherme Fontes na sessão de abertura do festival na quinta (13) e “Big Jato”, de Cláudio Assis. O público poderá conferir também o último filme estrelado por Domingos Montagner, “De Onde Eu Te Vejo”, de Luiz Villaça, uma comédia romântica que conta a história de amor de um casal através de sua separação.

A escolha dos filmes foi feita em sintonia com as comemorações dos 10 anos do festival. “Considero a comemoração dos 10 anos do BRAFFTV como um rito de passagem, e os filmes selecionados desse ano tratam, de diferentes formas, desse rito. Durante esses 10 anos, acompanhamos juntos as fortes transformações que o Brasil também passou, com destaque a um desenvolvimento técnico cinematográfico extraordinário e, principalmente, com a produção de um cinema menos centralizado, mais diverso e mais potente”, explica o curador Alexandre Dias Ramos.

Ele destaca que os filmes da edição desse ano falam muito de alegria, morte, desilusão e superação. “Mostram o que o nosso povo é capaz de realizar e, nesse sentido, o ponto mais forte em comum entre eles é o da resiliência”.

Outro aspecto importante ressaltado por Alexandre Ramos é um certo toque de surrealismo, uma espécie de ficção aumentada. “Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência”, conclui o curador.

A programação completa está disponível no Facebook do festival.

 

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