Reforma da lei trabalhista brasileira: protesto e insegurança  - Brasil News
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Reforma da lei trabalhista brasileira: protesto e insegurança 

Protestos e muita discussão sobre reforma da lei trabalhista 

A reforma trabalhista mexe com as negociações sindicais, feriados, condições de trabalho e muda principais pontos da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT. 
A reforma trabalhista proposta e sancionada pelo Presidente do Brasil, Michel Temer entrou em vigor sábado, dia 11 de novembro. 
Com a pretensão de modernizar os regulamentos trabalhistas, a reforma propõe que as negociações ocorram diretamente entre trabalhadores e empresas e que estejam acima da legislação em vários pontos. Estabelece que o termo de aprovação é opcional, no entanto, adverte sobre os riscos de demissões para os trabalhadores, recusando-se a assinar.
A reforma Trabalhista no Brasil causou manifestações contrárias nas ruas. Sexta-feira, 10, ocorreu grande protesto em São Paulo com a presença do Presidente da Confederação operária do Brasil, Adilson Araújo.
Segundo críticos da reforma, a mudança nas leis trabalhistas vai contra mais de 100 parágrafos da CLT, que protegia os benefícios da classe operária, como o décimo-terceiro salário, as férias, a noite extra, licença de paternidade e o salário mínimo, que podem agora ser negociados.
Além disso, a reforma estabelece novas modalidades de recrutamento, ampliando os acordos de trabalho temporário, possibilitando o aumento da carga horária de trabalho e diminuição do tempo de descanso. Além do mais, interfere nas funções dos sindicatos, pondo fim à contribuição e permite que mulheres grávidas trabalhem em ambientes insalubres.
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